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Conferindo Mato Grosso
TETELA PINHO
Casa Militar
O “jeito” Maggi de governar tem feito de Mato Grosso um Estado sem fronteiras. Cada pedaço desse chão tem sido percorrido ao longo desses seis anos e meio de governo. Estradeiros, estradeirinhos ou simples viagens, o certo é que esse é um governo que vai de perto conhecer o Estado que administra e os serviços que executa. A palavra de ordem aqui é: “Confere!”.
E, foi para conferir que semana passada, o governador Blairo Maggi determinou que alguns membros do primeiro escalão visitassem na região Oeste do Estado, obras em andamento e tantas outras entregues, para verificar o padrão de qualidade e, se a execução dos serviços está de acordo com o que foi contratado.
Pela primeira vez, desde que estou no governo, acompanhei a comitiva para esse tipo de trabalho. Devo admitir que haja “pique” pra sair com esse povo. As visitas não se restringem a um simples aperto de mão, com o registro fotográfico do “estivemos aqui”. Eumar Novacki, da Casa Civil, Diógenes Curado, da Justiça e Segurança Pública e Alexander Maia da Casa Militar, procuravam se inteirar de tudo e observavam cada detalhe.
“Vistoriamos para poder entregar”, comentou comigo o coronel Maia que orgulhoso ainda fez questão de afirmar enquanto visitávamos o Gefron que “Mato Grosso tem sido referência na atuação do Grupo Especial de Segurança de Fronteira servindo de modelo para o programa nacional Pefron que abrange desde o Estado do Rio Grande do Sul ao Amapá”.
Com o pé novamente na estrada seguimos em frente. Apesar do sol escaldante, já havíamos visitado só nesse dia, as instalações do Centro Socioeducativo de Cáceres, a sede do Gefron, em Porto Esperidião e suas bases fixas no Limão e na Corixa última divisa do Estado com a Bolívia.
Nosso destino agora era Pontes e Lacerda. Cerca de 10 km da entrada da cidade mais uma parada para vistoria – ali está a obra do Centro de Detenção Provisório, obra prevista para ser entregue ainda em novembro deste ano. De lá seguimos para o Cisc - Centro Integrado de Segurança e Cidadania daquele município, onde a visita só foi de cortesia.
Em Lacerda o vice-governador Silval Barbosa e o secretário Ságuas da Educação se juntaram à comitiva. Cumprindo a ordem governamental de “vistoriar para poder entregar” percorremos escolas, conferimos quadras e salas de aulas construídas e /ou reformadas -. “Temos a meta de entregar 100% das escolas estaduais reformadas e ampliadas até o fim de 2010. O governador Blairo Maggi tem se preocupado com investimentos nessa área por entender que a Educação é o pilar para o desenvolvimento social”, disse Silval Barbosa ao lembrar que o Estado tem, hoje, aproximadamente 700 escolas estaduais sendo que destas, 120 foram construídas neste governo.
Missão cumprida em Pontes e Lacerda, seguimos para o município Vale do São Domingos.
Cidade de apenas cinco mil habitantes e com dez anos de emancipação, São Domingos se orgulha de “já” ter um hotel. “Fizemos questão de vir prestigiar essa visita em reconhecimento ao que este Governo tem feito pelo Vale do São Domingos. Há dez anos não havia nada aqui, hoje, por exemplo, graças à abertura de estradas temos até um hotel aqui, coisa que antes não tinha”, comentou uma moradora.
Esse comentário mexeu com as minhas emoções. Fechei os olhos e naquele instante pude rever “pegadas” que deixei pela região na minha adolescência. Só quem viveu num Mato Grosso sem estradas, sem telefone, sem luz elétrica, sabe o que significa TER ATÉ UM HOTEL em seu município.
Passamos em Jauru onde visitamos a cadeia pública, a sede da APAE, e onde o secretariado se reuniu com pais de alunos, alunos e professores da rede estadual que reivindicaram a construção de uma nova escola.
Prosseguimos a missão. A viagem seria finalizada com a vistoria do andamento das obras de asfalto da MT 352, que beneficiará nove municípios que integram a região.
Mais uma vez fechei os olhos e deixei-me sucumbir por fortes emoções. Lembrei-me de meu pai, engenheiro formado pelo Mackenzie cuja família chegou a Mato Grosso em 1725. (Antonio de Pinho Azevedo, sertanista que veio a mando do rei de Portugal e aqui em Cuiabá se casou com Dorotéa dos Prazeres, foi quem deu início aos Pinhos do Estado e quem me fez ser bem mato-grossense). Lembrei-me de nossa fazenda no Jauru e de nosso retorno à Mato Grosso em 74 quando papai veio assumir em Cáceres a secretária de Viação e Obras Públicas. Lembrei-me da conversa que tive por telefone no ínicio desse ano com o governador Pedro Pedrossian quando falamos de um Mato Grosso que ficou lá atrás e da saudade que ambos sentíamos de meu pai (Pedrossian e papai eram amigos de uma vida!).
Olhei novamente para a paisagem à minha volta e sorri!
Vendo a estrada, o progresso que chegou à região, pude entender o que Maggi quis dizer quando afirmou em 2004 que “Governar é realizar sonhos, é fazer a esperança se transformar em realidade” Ali estava meu sonho concretizado. O sonho do meu pai e todos os mato-grossenses que carregaram nos ombros a dor da saudade quando tinham que sair para estudar fora e ficavam o ano todo distante pela falta de estrada e, quando uma carta levava meses para encontrar seu destino.
Seguimos de volta à Cuiabá.
Fazendo minhas as palavras do Maia, chefe da Casa Militar – missão cumprida, CONFERIMOS!
Maria Stella Tegon de Pinho – jornalista, historiadora e bacharel em direito, foi diretora do Arquivo Público de Mato Grosso e integra a equipe da Casa Militar.
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Otimismo em Alta
*Pedro Nadaf
O sentimento da classe empresarial mato-grossense em relação ao momento econômico neste semestre é o reflexo do que a mesma viveu nos primeiros seis meses do ano. Ou seja, o futuro é construído dentro da realidade de mercado. Quando se está na crise, ou se vislumbra um processo de crise, o pessimismo geralmente dá lugar ao otimismo.
Nesta semana, o levantamento conjuntural, referente às expectativas empresariais do segundo semestre de 2009, elaborado pelo Departamento de Pesquisas Econômicas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT), legitima o que estou dizendo, afinal revela um elevado grau de otimismo. Para que se tenha uma ideia, no que se referem aos crescimentos do país e de Mato Grosso, os percentuais das respostas positivas tiveram uma média de 30% de elevação.
Todos devem se lembrar, mesmo porque é muito recente, como se encontrava o mercado no início deste ano. Diante da possibilidade da crise internacional afetar a nossa economia, o clima entre os empresários do comércio e serviços era de muita cautela. Os reflexos puderam ser sentidos na pesquisa de expectativas da Fecomércio/MT, relativa ao primeiro semestre, quando foi registrado que caíram os percentuais dos que acreditavam em crescimento, tanto do Brasil, quanto de Mato Grosso, praticamente nos mesmos índices de 30%, só que no inverso da situação. Ou seja, de 81% dos que estavam otimistas em relação ao país no segundo semestre de 2008, o pessimismo puxou para 51%. O mesmo aconteceu no estado, de 86%, com a redução foi para 55%. Se for analisado na comparativa dos percentuais, outros quesitos da pesquisa de expectativas da classe empresarial mato-grossense, pode se verificar que se mantém tal reflexo no sentimento dos empresários.
O mercado de trabalho ficou com percentual positivo elevado, na ordem de 10% acima do registrado no levantamento do início do ano. Na manutenção da estabilidade econômica, por exemplo, no segundo semestre de 2008 o percentual positivo era de 85%%, aliás, índice que praticamente vinha se mantendo desde o segundo semestre de 2006. Na pesquisa do início do ano, o grau de otimismo neste item, caiu para 69% e está se erguendo no segundo semestre, com 76%, já que a crise internacional tão temida, praticamente não chegou ao estado. Em síntese, nosso mercado está estável e a tendência é de se manter elevada as boas expectativas. Para se ter uma idéia, 90% dos entrevistados não acreditam que a inflação passará de 6% neste ano, sendo que mais da metade destes são da opinião que a mesma ficará de 0 a 3%.
Outros fatores positivos estão na esteira do crescimento mato-grossense, a exemplo de novas plantas comerciais e novos empreendedores apostando no estado. Vale citar ainda como fator positivo do progresso o bom desempenho das nossas exportações, sendo que Mato Grosso foi o único estado que manteve o processo de crescimento, saiu da 11º lugar do ranking para a 5ª colocação.
Embora não fosse apresentado na pesquisa, também vale citar a elevação das vendas no primeiro semestre. O crescimento foi de 8%, tomando-se por base o mesmo período de 2008. Poucos estados tem este privilégio. O Dia dos Pais também terá um reflexo positivo para o segundo semestre, pois as vendas devem crescer neste mês 2%. Vamos, portanto, continuar a acreditar no desenvolvimento mato-grossense e aproveitar para crescer com o estado. Otimismo avante!
Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT. E-mail: p.nadaf@terra.com.br
Fonte: www.secom.mt.gov.br/
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Empaer-MT, uma história de vida
CRISTIANE CELINA - ASSESSORIA /EMPAER-MT
A lembrança que tenho de meu avô paterno, infelizmente, é de um homem que não sabia abraçar, que bebia muito e batia na minha vozinha, enfim, não era nem um pouco carinhoso, aliás, a única que teve o privilégio de ter o carinho dele, foi minha irmã, porque ela era loirinha quando criança. Ele faleceu em agosto de 1999.
Em 2005, fui fazer um curso em Chapada dos Guimarães: Master Practitioner em Programação Neurolinguística e durante este curso, houve uma técnica que mexeu muito comigo: “Entrando em contato com os antepassados”. Numa regressão de memórias fui visualizando o meu nascimento, o nascimento de meus pais e o nascimento de meus avós... Foi muito estranho... Me vi pegando o meu avô paterno no colo, bebezinho... Depois disso, eu só sabia tremer e chorar copiosamente.
Em janeiro de 2009, vim eu trabalhar como assessora de comunicação, na empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer-MT. Meu avô trabalhou há muitos e muitos anos atrás, na Companhia de Desenvolvimento Agrícola do Estado de Mato Grosso (Codeagri). Esta foi incorporada à Empaer em 1964, juntamente com a Emater e EMPA. E muitos dos funcionários da Codeagri permaneceram na Empaer-MT, e para minha “surpresa”, vim saber de algumas pessoas que trabalharam com meu avô na época, que ele era “um amor de pessoa”. Eu por conta desse meu avô, e de uma frase, que ouvi há alguns anos, quando olhava uma barraca de camelô no centro da cidade e assisti a uma discussão de uma “hippie” com um senhor de idade, e ela virou para mim e disse: “minha filha, nunca confie em homem de cabelos brancos, porque os canalhas também envelhecem”, criei uma crença limitante: imaginava que eu tinha a maior dificuldade com “velhos”. Mas como a vida é uma escola maravilhosa - e nada acontece por acaso - está sempre nos colocando em situações de aprendizado, vim eu aqui, conviver, com vários vovôs. A maioria dos meus colegas têm o dobro da minha idade. E quanta experiência de vida, quanta história, quanta sabedoria, bem aqui ao meu lado, de segunda à sexta. Claro que nem tudo são “flores”, vejo também pessoas com o “lombo calejado”, carentes por reconhecimento.
Vim aqui falar de pessoas... Cada uma com um universo próprio, rico em aprendizado. Há momentos em que as vaidades falam mais alto, o ciúme que bate por dentro, a inveja, a arrogância, a indiferença de uns... Mas também há amizades sinceras daquelas que percebemos no olhar, um bom dia cheio de vida, cordialidade, alegria e respeito no tratar o outro.
Meu intuito é fazer uma pequena homenagem a todos os funcionários desta Empaer sofrida, cheia de história, que com toda garra e cheia de esperança está se levantando para continuar cumprindo sua nobre missão: “gerar conhecimento, tecnologia e extensão para o desenvolvimento sustentável do meio rural, com prioridade à agricultura familiar.” Uma homenagem especial a todos os “vovôs”, que eu carinhosamente os cumprimento, dizendo “bom dia crianças!” e uma homenagem também para o meu avô, com o qual não tive a oportunidade de ter uma relação mais amorosa. Aprendi que ninguém pode dar aquilo que nunca teve. Mas graças a Deus com o meu pai, Tadeu Dias da Conceição, eu tenho abertura pra dizer: eu te amo, na luz e na sombra, ou seja, com seus defeitos e qualidades.
Faço um aparte para falar um pouco de nosso caro colega Antônio Rocha Vital, Engenheiro Florestal, com mestrado em Geografia, que escreveu o livro: Quanta Classe, Causos da Extensão. Mineiro que chegou a Cuiabá em 1972 e desde então coleciona as histórias vividas nestes 37 anos de trabalho junto ao meio rural. Como muitos dos colegas já morreram, ele registra no livro com muita nostalgia e humor as histórias do serviço de extensão. A capa do livro é de um quadro pintado pela esposa do Rocha, a qual ele faz questão de dizer no livro: “eterna companheira de todas as vidas”. Achei lindo!
Quero deixar um recadinho para a Condessa Shirley Ocampos: Fique! Você é maravilhosa. Gostaria de citar mais nomes, como são muitos e o texto já está um pouquinho grande...
Temos alguns exemplares do livro disponíveis na empresa: o endereço é Rua Jarí Gomes, N° 454, Bairro Boa Esperança, Cuiabá-MT – pedidos pelo telefone: 3613-1723, Coordenadoria de ATER e o telefone da Presidência é 3613-1714.
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Trânsito, educação e a Copa do Mundo
ANDRÉ MICHELLS
O povo de Cuiabá está preparado e educado para receber a Copa do Mundo de 2014, no que se refere ao quesito trânsito? Festas, projetos, deslumbramentos e ufanismos à parte, creio que ainda não nos fizemos esta pergunta. Muito se tem falado sobre grandes obras que mudariam a “cara” da cidade e transformariam nosso futuro. Ótimo que isso aconteça!
Mas a pergunta que fica é: o povo está preparado e educado, quando o assunto é trânsito, para receber um evento dessa magnitude? Basta dar uma volta pela cidade para ver que, infelizmente, ainda não. Claro que há exceções, mas o desrespeito ao próximo e a si mesmo impera em nossas ruas e avenidas. E não adianta culpar o Estado dizendo que o sistema de ensino é ruim, não! O que falta no trânsito não é a educação das escolas, mas aquela educação que vem de berço.
Imagine um sueco, um belga ou canadense andando pelas nossas calçadas cheias daquelas famosas caçambas de entulhos. O que pensariam? Imagine esses mesmos cidadãos pisando despreocupados numa faixa de pedestres (nas poucas que temos) e atravessando ruas e avenidas. Ficariam vivos pra contar a história da Copa do Pantanal? Por falar em pedestres, quanta gente mal educada anda por aí também, não é? Circulam no meio da rua, não usam as faixas, atravessam olhando para as nuvens e parecem não se preocupar com as próprias vidas. Um absurdo!
Outro absurdo é chegarmos ao ponto de agentes de trânsito ficarem parados em pontos de faixa, quase que implorando aos motoristas para deixar alguém atravessar. Outro dia quase fui atropelado ao pisar numa faixa da Avenida 31 de Março - pasmem, por um carro de auto-escola. Imagine cidadãos desses países que citei passando por isso? O que pensariam de nós?
Imagine turistas alugando carros e dirigindo por aí, cumprindo à risca o que aprenderam sobre respeito, direção defensiva, velocidade, leis e boa educação. Será que eles, ao pararem antes de uma faixa de pedestres para dar passagem a um transeunte (como de costume em qualquer país civilizado), não acabariam ofendidos pelo condutor de trás, ou simplesmente não se envolveriam em um acidente?
O que pensariam de nós ao ficarem sem saber para aonde ir, parados em um dos vários cruzamentos e rotatórias - sem o menor sentido - que temos e olhando gente mal educada fechando passagem? Essa é a imagem que queremos passar? Claro que haverá obras para melhorar o fluxo, mas se continuarmos a usar a lei de Gerson, obra alguma irá resolver.
Ufanistas de plantão irão gritar: “se não gosta daqui vá embora, seu pau rodado”. Já ouvi isso várias vezes, de gente tapada que não enxerga o que é patente. Moro aqui há 20 anos e não se trata de gostar ou não. É mais complexo do que isto. É sobre comportamento. Não é a cidade que está em questão, mas as atitudes (no trânsito) de pessoas que vivem nela.
A parte boa é que podemos mudar este quadro. Basta não aceitar mais conviver com a política do “jeitinho” e de querer levar vantagem sempre. O custo social disso é muito grande, mais de 200 mortes por ano. Dessas, 90% causadas por pura irresponsabilidade. A fiscalização é falha? Sim, concordo. As vias são falhas e com buracos? Sim, concordo também. Mas muito mais falha é a consciência de quem está ao volante ou a de pedestre que anda por aí, digamos... “contando estrelas”.
Com o advento da Copa, grandes obras serão feitas e nos encherão de orgulho. Estaremos em melhores condições para enfrentar o futuro, é claro. Tais obras nos colocarão acima da maioria das cidades de porte semelhante no Brasil, VIVA! Mas adianta mudar o que está abaixo dos pés se não mudar o que está acima do pescoço? Até 2014 cinco anos vão passar. O equivalente a um curso de graduação. É tempo suficiente para nos graduarmos no quesito que diferencia uma cidade rica e desenvolvida de uma cidade pobre e atrasada. A EDUCAÇÃO.
*André Michells é jornalista, assessor de imprensa do Detran-MT e apresentador de TV.
e-mail.andremichells@hotmail.com
www.andremichells.com
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Quem diria, Cuiabá é flamenguista?!
Onofre Ribeiro
Nesta semana o Instituto Vetor realizou a sétima versão da pesquisa “Cuiabá, Nossa Casa”. É uma pesquisa feita junto aos chefes de família da cidade e levanta todos os hábitos de vida, de consumo e a filosofia cuiabanas a cada dois anos. Neste ano a pesquisa procurou aprofundar no lazer dos cuiabanos.
Os resultados são estatísticos, mas revelam bem alguns toques da alma cuiabana. Um deles, o que mais me chamou a atenção foi esse: a maior torcida por times de futebol é pelo Flamengo, do Rio de Janeiro, com 20,8% dos entrevistados. Em, segundo lugar aparece o Corinthians, com 14,7%, em terceiro o São Paulo, com 10,8% e os demais, incluindo os times locais têm torcidas pequenas. Perguntei o porquê à socióloga Miriam Braga, diretora do Vetor, e ela disse-me que a torcida pelo time carioca retrata a antiga influência do Rio de Janeiro sobre Cuiabá nos tempos em que a cidade era a referência. Faz muito sentido.
Vimos que gente está vindo aí como população cuiabana, somando-se à população original da cidade e aos migrantes que vieram a partir de 1973. É de 44,1% a população nascida em Cuiabá, de 22,4% os vindos do interior do estado, e os demais percentuais muito menores vêm de São Paulo, de Minas e de Mato Grosso do Sul. Do Sul, só aparece o Paraná, com 4,3%.
Perguntei à Miriam como é a alma dessa gente cuiabana nova. Ele respondeu que eles são pessoas que nasceram nos últimos 30 anos e os antigos, mas os novos pensam diferente. De um lado, eles perderam a “casca grossa” dos pais que vieram de fora com a disposição de vencer e de vencer. De outro lado, eles assimilaram a histórica vontade de viver bem, que era uma marca cuiabana. Isso significa dizer que os jovens cuiabanos que estão entre aqueles 44,1% querem ser empreendedores e ativos, mas querem igualmente uma boa qualidade de vida e o lazer. Isso é tipicamente uma revolução daquela atitude inicial lá dos anos 70 que punha os da terra e os migrantes em campos opostos.
Já não existe mais a rivalidade dos “daqui” contra os “de fora”. Todos hoje são “daqui”. Na prática, isso quer dizer, também, que aquela migração dos anos 70, 80 e 90, maciça deu certo. Cada um cedeu um pouco e a população é alegre, receptiva e amante da boa comida da vida boa: uma herança cuiabana bem característica, ao contrário do começo, quando os cuiabanos originais se sentiam prejudicados pela perda de sua cultura. Ao contrário, ela serviu de berço para essa nova síntese resultante, 30 anos depois.
A pesquisa é muito didática nisso. O cuiabano continua hospitaleiro, ama a sua cidade, conhece com detalhes os seus problemas, tem a percepção de tudo ao seu redor, com enorme clareza. E uma coisa bem clara, antes de encerrar este artigo e anunciar outros próximos: os cuiabanos estão muito adiante dos seus representantes políticos. E fazem isso sem barulho!
Tradução em Inglês
Articles / Chronicles
Checking Mato Grosso
TETEL PINE
Military House
The "way" of governing has Maggi of Mato Grosso made a state without borders. Each piece of ground has been covered over these six and a half years of government. Estradeiros, estradeirinhos or simple travel, the fact is that this is a government that will closely meet the State administers and the services they perform. The watchword here is "Checks!".
And that was to give last week, Gov. Blairo Maggi has determined that some members of the first step to visit the region west of the State, works in progress and many others delivered to verify the quality standard and the implementation of the service is to According to what I was hired.
For the first time since I've been in government, accompanied the delegation for this type of work. I must admit that there are "peak" to get away with this people. The visits are not restricted to a simple handshake, with the photographic record of the "been here". Eumar Novack, the Civil House, Diogenes Curado, Justice and Public Safety and Alexander Maia of the Military, tried to learn everything and watching every detail.
"Inspected in order to deliver," said Colonel Maia me proud that even made a point of saying while visiting the Gefron that "Ontario has been mentioned in the work of the Special Group on Border Security as a model for the national program that covers Pefron the State of Rio Grande do Sul to Amapá.
With your foot on the road again we drove on. Despite the scorching sun, had visited that day only, the facilities of the Center of Socio-Caceres, the seat of Gefron, Puerto Esperidião and their fixed bases in Lemon and Corixa last border state with Bolivia.
Our destination was now Pontes e Lacerda. About 10 km from the entrance of the city in a parade for inspection - there is the work of the Provisional Detention Center, a work expected to be delivered in November this year. From there we went to Cisco - the Integrated Security and Citizenship of that county, where the visit was not complimentary.
In Lacerda deputy governor and secretary Silval Barbosa Sagua of Education joined the entourage. Delivering the government's agenda "inspect in order to deliver" schools have come, we checked blocks and classrooms built and / or reformed -. "Our goal is to deliver 100% of state schools renovated and extended to the end of 2010. Gov. Blairo Maggi has been concerned with investments in this area because I believe that education is the cornerstone for social development, "said Barbosa Silval to remember that the state has today approximately 700 public schools and among these, 120 were built in this government .
Mission accomplished in Pontes e Lacerda, we proceeded to the city of Santo Domingo Valley.
Town of only five thousand and ten years of emancipation, Santo Domingo boasts of "already" have a hotel. "We make a point to come visit this honor in recognition that this Government has made the Valley of Santo Domingo. Ten years ago there was nothing here, today, for example, by opening roads to have a hotel here, something that did not have before, "said one resident.
This comment stirred my emotions. I closed my eyes and at that moment I could review "footprints" that left the region in my teens. Only those who lived in Ontario with no roads, no telephone, no electricity, you know what it means TO HAVE A HOTEL in your municipality.
We Jauru where we visited in the public jail, the seat of APAE, and where the Secretariat met with parents, students and teachers from the state requesting that the construction of a new school.
We continue the mission. The trip would be finalized with the survey of the progress of the works of 352 MT of asphalt, which will benefit nine municipalities of the region.
Again I closed my eyes and let myself succumb to strong emotions. I remembered my father, an engineer in Mackenzie whose family came to Mato Grosso in 1725. (Antonio de Pinho Azevedo, frontiersman who came at the behest of the king of Portugal and here in Cuiabá married Dorotéa of Joy, was the initiator of Pines State and who made me and Mato Grosso). I remembered our farm in Jauru and our return to Ontario in 74 when my dad came to take in Caceres Secretary of Transportation and Public Works. I remembered the conversation I had by phone earlier this year with Gov. Pedro Pedrossian when talking about an Ontario that was back there and we both felt that longing of my father (Pedrossian and dad were friends of a lifetime!).
I looked back at the landscape around me and smiles!
Seeing the road, the progress that has come to the region, I understand what Maggi meant when he said in 2004 that "To govern is to fulfill dreams, the hope is to become reality," That was my dream realized. The dream of my father and all the Mato Grosso to shoulder the pain of longing when they had to leave to study abroad and stayed the whole year apart by the lack of road and when a letter took months to reach their destination.
Followed back to Cuiaba.
Making my own the words of Maya, head of the Military - mission accomplished, giving!
Maria Stella Tegon Pine - journalist, historian and a law degree, was director of the Public Archives of Ontario and part of the team of the Military.
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Optimism High
* Pedro Nadaf
The feeling of the business class of Mato Grosso in relation to the economic times this semester is a reflection of that it lived in the first six months of the year. That is, the future is built into the market reality. When in crisis, or be perceived as the process of crisis, pessimism usually gives rise to optimism.
This week, the survey cyclical, related to the business expectations of the second half of 2009, prepared by the Department of Economic Research of the Federation of Trade in Goods, Services and Tourism of the State of Mato Grosso (Fecomércio / MT), legitimizes what I'm saying, finally shows a high degree of optimism. To give you an idea, as they relate to growth of the country and Mato Grosso, the percentage of positive responses had an average of 30% increase.
Everyone should remember, because it is very recent, as was the market earlier this year. Facing the possibility of international crisis affecting our economy, the mood among entrepreneurs in trade and services was very cautious. The consequences were felt in the research expectations of Fecomércio / MT on the first half, when it was announced that the percentage fell from that believe in growth, both in Brazil and Mato Grosso, in virtually the same rates of 30%, only in reverse of the situation. That is, 81% of those who were optimistic about the country in the second half of 2008, pessimism pulled 51%. The same happened in the state, 86%, with the reduction was to 55%. If analyzed in the comparative percentage, other topics of research expectations of the business class of Mato Grosso, it was observed that this reflection is still the feeling of entrepreneurs.
The labor market was positive with a high percentage in the order of 10% up on the lifting of the beginning of the year. The maintenance of economic stability, for example, in the second half of 2008 the percentage positive was 85%%, moreover, that index had remained virtually since the second half of 2006. In researching the early years, the degree of optimism in this item, dropped to 69% and is rising in the second half, with 76%, since the international crisis feared, hardly reached the state. In summary, our market is stable and the trend is to keep good high expectations. To get an idea, 90% of respondents did not believe that inflation will rise from 6% this year, with more than half of these are of the opinion that it will lie in 0 to 3%.
Other positive factors are in the wake growth of Mato Grosso, the example of new plants and new business entrepreneurs investing in the state. Is also worth mentioning as a positive progress of the good performance of our exports, and Mato Grosso was the only state that has kept the growth process, left the 11th place ranking to 5th place.
Although not presented in the research, also worth mentioning the increase in sales in the first half. The growth was 8%, taking as basis the same period of 2008. Few states have this privilege. The Father's Day will also have a positive effect for the second half, as sales to grow 2% this month. We will therefore continue to believe in the development of Mato Grosso with the opportunity to grow with the state. Optimism ahead!
Pedro Nadaf is Secretary of State for Industry, Commerce, Mines and Energy and President of System Fecomércio / SESC / SENAC-MT. E-mail: p.nadaf @ terra.com.br
font: www.secom.mt.gov.br/
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Empaer-MT, a life story
CRISTIANE CELINA - ADVISORY / EMPAER-MT
The memory I have of my grandfather, unfortunately, is a man who could not embrace, he drank a lot and knock on my little voice, in short, it was not a loving, indeed, the only one who had the privilege of having the care it was my sister because she was blonde as a child. He died in August 1999.
In 2005, I was taking a course in Chapada dos Guimarães: Master Practitioner of NLP and during this course, there was a technique that greatly moved me: "Getting in touch with the ancestors." In a regression of memories was seeing my birth, the birth of my parents and the birth of my grandparents ... It was very strange ... I found myself picking up my grandfather in his lap, baby ... After that, I just knew shaking and crying uncontrollably.
In January 2009, I came to work as communication advisor in the company Mato Grosso Research, Assistance and Rural Extension - Empaer-MT. My grandfather worked for many, many years ago, the Society of Agricultural Development of the State of Mato Grosso (CODEAGRO). This was incorporated into Empaer in 1964, along with Emater and EMPA. And many of the employees remained in CODEAGRO Empaer-MT, and to my surprise "I came to know some people who worked with my grandfather at the time that he was" a love of people. " I on behalf of my grandfather, and one sentence, I heard some years ago, when he looked at a street vendor in the city center and watched a discussion of a "hippie" with an old man, and she turned to me and said: "My daughter, never trust a man with white hair, because the bastards also age", I created a limiting belief: that I thought had the greatest difficulty with "old". But as life is a wonderful school - and nothing happens by chance - is always putting us in situations of learning, I came here to live, with several grandfathers. Most of my colleagues are twice my age. And how much life experience, how much history, how much wisdom, right here beside me, Monday through Friday. Of course, not all are "flowers", I also see people with "loin callous", lacking for recognition.
I came here to talk to people ... Each with its own universe, rich in learning. There are times when the vanities speak louder, jealousy, hitting the inside, envy, arrogance, indifference of some ... But there are also sincere friends of those who perceive the look, a good day full of life, warmth, joy and respect in dealing with others.
My idea is to make a small tribute to all employees of Empaer suffering, full of history, what with all vigor and full of hope is coming to continue fulfilling its noble mission: "to generate knowledge, technology and extension to the sustainable development of the rural priority for subsistence farming. "A special tribute to all the" grandfathers, "which I affectionately greet, saying" Good morning children! "and also a tribute to my grandfather, with whom I had the opportunity to have a more loving. I learned that no one can give what you never had. But thank God with my father, Tadeu Dias da Conceição, I'm opening to say: I love, light and shadow, that is, with its faults and qualities.
I make an aside to talk a little bit of our dear colleague Antonio Rocha Vital, Forestry and a Masters degree in Geography, who wrote the book: How much class, because of the extent. Miner who came to Florence in 1972 and since then collects the stories lived these 37 years of work with the rural areas. How many colleagues have died, it records in the book with a lot of nostalgia and humor stories Extension Service. The book's cover is a picture painted by the wife of Reyes, which he wishes to say in the book: "eternal companion of all life. I found beautiful!
I want to make one for the Countess recadinho Shirley Ocampo: Stay! You are wonderful. I would like to mention more names, as are many and the text is already a little big ...
We have some copies of the book available on the company: the address is Rua Jari Gomes, N ° 454, Bairro Boa Esperança, Cuiabá-MT - requests by telephone: 3613-1723, ATER Coordination of the Presidency and the phone is 3613-1714.
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Transit, education and the World Cup
ANDRÉ Michells
The People of Cuiaba are educated and prepared to receive the World Cup 2014, with regard to the topic transit? Holidays, designs, bright light and patriotism aside, I think we have not yet asked this question. Much has been said about the great works that would change the "face" of the city and transform our future. Great that happen!
But the question remains: the people are prepared and educated when it comes to transit, to receive an event of this magnitude? Just take a walk around the city to see that, unfortunately, not yet. Of course there are exceptions, but the failure to others and himself reigns in our streets and avenues. And one can not blame the state saying that the education system is bad, no! What is missing in transit is not the education of schools, but that education that is the cradle.
Imagine a Swede, a Belgian and Canadian walking down our sidewalks filled with those famous bucket of debris. What think? Imagine these same people stepping on a carefree crosswalk (the few we have) and crossing streets and avenues. They would live to tell the story of the Cup Pantanal? Speaking of walking, how many people uneducated is out there too, right? Circulating in the street, do not use the tracks, through looking at the clouds and do not seem to worry about their own lives. Absurd!
Another absurdity is going as far as traffic agents are standing at point range, almost begging the driver to let someone through. The other day I was almost hit by a full step Avenue March 31 - astonishingly, for a car driving school. Imagine citizens of those countries I mentioned going through this? What would think of us?
Imagine tourists renting cars and driving around, fulfilling to the letter what they learned about respect, defensive driving, speed, laws and good education. Do they, to stop before a pedestrian crossing for the passage of a transient (as usual in any civilized country), do not end up offended by the driver behind, or simply not get involved in an accident?
What we think of when they became not knowing where to go, standing in one of several intersections and roundabouts - without any sense - we have people looking and poorly educated closing passage? This is the image we want to go? Of course there will be works to improve the flow, but if we continue to use the law of Gerson, any work will resolve.
Of patriotic duty will scream: "if you like it here go away, his cock shot." I've heard this several times, people do not see that obscured what is patent. I've lived here for 20 years and it's not like it or not. It is more complex than that. It's about behavior. It is the city that is in question, but the attitudes (in transit) of people living in it.
The good part is that we can change this picture. Just do not accept more live with the policy of "knack" and always want to take advantage. The social cost of this is very large, more than 200 deaths per year. Of these, 90% caused by pure irresponsibility. The enforcement is lacking? Yes, I agree. Routes are flaws and holes? Yes, I agree too. But failure is much more awareness of who is driving or pedestrian who walks around, say ... "Counting stars".
With the advent of the World Cup, major works will be made and full of pride. We will be better able to face the future, of course. Such works will put us above most comparable cities in Brazil, VIVA! But advances change what is under foot is not change what's above the neck? By 2014 five years will pass. The equivalent of an undergraduate course. It is time for we graduated in the item that differentiates a city rich and developed a poor and backward city. EDUCATION.
* André Michells is a journalist, press officer Detran-MT and TV presenter.
e-mail.andremichells @ hotmail.com
www.andremichells.com
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Who knew, Cuiabá is flamenguista?!
Onofre Ribeiro
This week the Institute Vector held the seventh version of the research "Cuiabá, Our Home". It is a survey with the chiefs of the city and raises all lifestyles, consumption and philosophy cuiabanas every two years. This year, the research sought to deepen the pleasure of cuiabanos.
The results are statistical, but clearly show some touches of soul Cuiabá. One of them, what really caught my attention was this: the biggest fans of football teams are at Flamengo, Rio de Janeiro, with 20.8% of respondents. In second place comes the Corinthians, with 14.7% in the third Sao Paulo, with 10.8% and others, including local teams have little twisted. I asked why the sociologist Miriam Braga, director of Vector, and she told me that by the time the crowd Rio portrays the ancient influence of the Rio de Janeiro on Cuiabá in the days when the city was the reference. It makes perfect sense.
We have seen that people are coming here as cuiabana population, adding to the original population of the city and migrants who came from 1973. It is 44.1% of the population born in Cuiabá, 22.4% from inside the state, and the other much smaller percentage come from São Paulo, Minas Gerais and Mato Grosso do Sul do Sul, only appears Paraná, with 4.3%.
I asked Miriam as the soul of these people cuiabana new. He replied that they are people who were born in the last 30 years and older, but the new think differently. On the one hand, they lost the hard shell of the parents who came out with a willingness to win and win. On the other hand, they assimilated the historical desire to live well, that was a mark in Cuiabá. This means that young cuiabanos which are among those 44.1% want to be entrepreneurs and active, but also want a good quality of life and leisure. This is typically a revolution that attitude beyond the initial 70 years to put the land and migrants into opposing camps.
There's not a rivalry of "here" against the "outside". All today are "here". In practice, this means, also, that this migration of the 70, 80 and 90, mass went well. Each gave a little and the population is gay, receptive and lover of good food the good life: a legacy cuiabana very characteristic, unlike the first, when the original cuiabanos felt harmed by the loss of their culture. Instead, it served as a cradle for this new synthesis resulting 30 years later.
The research is very didactic about it. The cuiabano still hospitable, loves his city, know in detail their problems, have the perception of everything around you, with great clarity. And one thing clear, before closing this article and advertise other nearby: the cuiabanos are far ahead of their political representatives. And do it quietly!
Tradução em Espanhol
Artículos / Crónicas
Comprobación de Mato Grosso
Tétel PINO
Militar de la Casa
La "forma" de gobernar ha Maggi de Mato Grosso hizo un estado sin fronteras. Cada pedazo de tierra ha sido objeto durante estos seis años y medio de gobierno. Estradeiros, estradeirinhos o de viaje sencillo, el hecho es que este es un gobierno que de cerca se reunirá con el Estado administra y los servicios que realizan. La palabra clave aquí es "El control".
Y que iba a dar la semana pasada, el gobernador Blairo Maggi ha determinado que algunos miembros de el primer paso para visitar la región oeste del Estado, las obras en curso y muchos otros entregados para verificar el nivel de calidad y la aplicación de este servicio es Según lo que me contrataron.
Por primera vez desde que estoy en el gobierno, acompañó a la delegación para este tipo de trabajo. Debo admitir que hay "pico" para salir con la gente. Las visitas no se limitan a un simple apretón de manos, con el registro fotográfico del "estado aquí". Eumar Novack, la Casa Civil, Diógenes Curado, Justicia y Seguridad Pública y Alexander Maia, de los militares, trataron de aprender todo y ver cada detalle.
«Inspección con el fin de cumplir", dijo el coronel Maia me siento orgulloso de que incluso hizo un punto de decir durante su visita a la Gefron que "Ontario ha sido mencionado en la labor del Grupo Especial de Seguridad de las fronteras como un modelo para el programa nacional que cubre Pefron el Estado de Rio Grande do Sul a Amapá.
Con el pie en el camino de nuevo nos dirigimos en. A pesar del sol abrasador, que sólo había visitado el día, las instalaciones del Centro de Socio-Cáceres, la sede de Gefron, Puerto Esperidião y sus bases fijadas en Limón y Corixa último fronterizo con Bolivia.
Nuestro destino era ahora Pontes e Lacerda. Alrededor de 10 km de la entrada de la ciudad en un desfile de la inspección - que es el trabajo del Centro de Detención Provisional, un trabajo que se espera que se entregarán en noviembre de este año. De allí nos fuimos a Cisco - la seguridad integrada y la ciudadanía de ese condado, donde la visita no era gratuito.
En Lacerda gobernador adjunto y secretario Silval Barbosa Sagua de Educación se unió a la comitiva. Cumplir la agenda del gobierno "inspeccionar, a fin de ofrecer" las escuelas han venido, comprobamos bloques y aulas construidas y / o reformados -. "Nuestra meta es entregar el 100% de las escuelas estatales renovado y ampliado a finales de 2010. El gobernador Blairo Maggi se ha referido a las inversiones en este ámbito, porque creo que la educación es la piedra angular para el desarrollo social ", dijo Barbosa Silval recordar que el Estado tiene hoy alrededor de 700 escuelas públicas y entre éstas, 120 se construyeron en este gobierno .
Misión cumplida en Pontes e Lacerda, se procedió a la ciudad de Santo Domingo Valle.
Ciudad de sólo cinco mil y diez años de la emancipación, de Santo Domingo se jacta de "ya" tener un hotel. "Hacemos un punto para venir a visitar este honor en reconocimiento de que este Gobierno ha hecho del Valle de Santo Domingo. Hace diez años no había nada aquí, hoy, por ejemplo, mediante la apertura de caminos para tener un hotel aquí, algo que antes no tenía ", dijo un residente.
Este comentario despertó mis emociones. Cerré los ojos y en ese momento me podría revisar las "huellas" que dejó a la región en mi adolescencia. Sólo aquellos que viven en Ontario, sin carreteras, sin teléfono, sin electricidad, usted sabe lo que significa tener un Hotel en su municipio.
Nos Jauru donde visitó en la cárcel pública, la sede de la APAE, y donde la Secretaría se reunió con los padres, alumnos y profesores del Estado requirente que la construcción de una nueva escuela.
Seguimos la misión. El viaje se finalizará con el estudio de los avances de las obras de 352 toneladas de asfalto, que beneficiará a nueve municipios de la región.
De nuevo cerré los ojos y me dejé sucumbir a las emociones fuertes. Me acordé de mi padre, un ingeniero en Mackenzie, cuya familia llegó a Mato Grosso en 1725. (Antonio de Pinho Azevedo, colonizador que llegó a instancias del rey de Portugal y se casó con Dorotea aquí en Cuiabá de la Alegría, fue el iniciador de los Pinos Estado y que me hizo y Mato Grosso). Me acordé de nuestra granja en Jauru y nuestro regreso a Ontario en el 74 cuando mi padre llegó a tomar en Cáceres, Secretario de Transporte y Obras Públicas. Me acordé de la conversación que tuve a principios de año por teléfono con el gobernador Pedro Pedrossian cuando se trata de un Distrito Federal que estaba de nuevo allí y ambos coincidieron en el anhelo de mi padre (Pedrossian y papá eran amigos de toda la vida!).
Volví a mirar el paisaje a mi alrededor y sonríe!
Al ver el camino, el progreso que ha venido a la región, entiendo lo que Maggi se refería cuando dijo en 2004 que "Gobernar es cumplir los sueños, la esperanza se convierta en realidad," Ese era mi sueño realidad. El sueño de mi padre y todo el Mato Grosso a asumir el dolor de la nostalgia cuando tuvieron que salir a estudiar al extranjero y se mantuvo todo el año, además por la falta de carretera y cuando una carta tardaban meses en llegar a su destino.
Seguido de vuelta a Cuiabá.
Haciendo mías las palabras de Maya, jefe de la misión militar - realizado, dando!
Maria Stella Tegon Pino - periodista, historiador y una licenciatura en Derecho, fue director de los Archivos Públicos del Distrito Federal y parte del equipo de los militares.
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El optimismo de alta
* Pedro Nadaf
El sentimiento de la clase empresarial de Mato Grosso, en relación con el momento económico de este semestre es un reflejo de que vivía en los primeros seis meses del año. Es decir, el futuro se construye en la realidad del mercado. Cuando en crisis, o de ser percibido como el proceso de crisis, el pesimismo por lo general da lugar al optimismo.
Esta semana, la encuesta coyuntural, relacionado con las expectativas de negocio de la segunda mitad de 2009, preparado por el Departamento de Investigaciones Económicas de la Federación de Comercio de Bienes, Servicios y Turismo del Estado de Mato Grosso (Fecomércio / MT), legitima lo que estoy diciendo, Por último, muestra un alto grado de optimismo. Para que te hagas una idea, lo que se refiere al crecimiento del país y de Mato Grosso, el porcentaje de respuestas positivas, había un promedio de 30% de aumento.
Todo el mundo debe recordar, porque es muy reciente, como en el mercado a principios de este año. Frente a la posibilidad de una crisis internacional que afecta a nuestra economía, el estado de ánimo entre los empresarios en el comercio y los servicios era muy prudente. Las consecuencias se sintieron en las expectativas de investigación de Fecomércio / MT en la primera mitad, cuando se anunció que el porcentaje se redujo de los que creen en el crecimiento, tanto en Brasil como Mato Grosso, en prácticamente la misma tasa del 30%, sólo a la inversa de la situación. Es decir, el 81% de los que eran optimistas sobre el país en el segundo semestre de 2008, el pesimismo sacó el 51%. Lo mismo sucedió en el estado, el 86%, con la reducción fue del 55%. Si se analiza en el porcentaje comparativa, otros temas de investigación de las expectativas de la clase empresarial de Mato Grosso, se observó que esta reflexión es aún el sentimiento de los empresarios.
El mercado laboral fue positiva con un alto porcentaje en el orden del 10% sobre el levantamiento del comienzo del año. El mantenimiento de la estabilidad económica, por ejemplo, en la segunda mitad de 2008, el porcentaje de positividad fue del 85%%, por otra parte, que el índice se había mantenido prácticamente desde la segunda mitad de 2006. Al investigar los primeros años, el grado de optimismo en este tema, se redujo a 69% y está aumentando en la segunda mitad, con un 76%, ya que la crisis internacional temía, apenas alcanzó el estado. En resumen, nuestro mercado es estable y la tendencia es mantener buenas expectativas. Para tener una idea, el 90% de los encuestados no creen que la inflación pasará del 6% este año, más de la mitad de estos son de la opinión que se encuentran en 0 a 3%.
Otros factores positivos son en la estela de crecimiento de Mato Grosso, el ejemplo de las nuevas plantas y nuevos empresarios que invierten en el estado. También cabe señalar como un avance positivo del buen desempeño de nuestras exportaciones, y Mato Grosso fue el único estado que ha mantenido el proceso de crecimiento, abandonó el lugar 11 del ranking de la 5 ª plaza.
Aunque no se presentan en la investigación, también vale la pena mencionar el aumento de las ventas en la primera mitad. El crecimiento fue del 8%, tomando como base el mismo período de 2008. Pocos estados tienen este privilegio. Día del Padre también tendrá un efecto positivo para el segundo semestre, ya que las ventas crezcan un 2% este mes. Por lo tanto, seguimos creyendo en el desarrollo de Mato Grosso con la oportunidad de crecer con el Estado. El optimismo por delante!
Pedro Nuevo Programa es Secretario de Estado de Industria, Comercio, Minas y Energía y presidente del Sistema Fecomércio / SESC / SENAC-MT. E-mail: p.nadaf @ terra.com.br
Fuente: www.secom.mt.gov.br/
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Empaer-MT, una historia de vida
CRISTIANE CELINA - AVISO / EMPAER-MT
El recuerdo que tengo de mi abuelo, por desgracia, es un hombre que no podía abarcar, él bebía mucho y llamo a mi pequeña voz, en definitiva, no era un amor, de hecho, el único que tuvo el privilegio de tener el cuidado que era mi hermana, porque ella era rubia como un niño. Murió en agosto de 1999.
En 2005, yo estaba tomando un curso de Chapada dos Guimarães: Master Practitioner de PNL y durante este curso, hubo una técnica que me conmovió mucho: "El contacto con los antepasados". En una regresión de los recuerdos fue a ver a mi nacimiento, el nacimiento de mis padres y el nacimiento de mis abuelos ... Fue muy extraño ... Me encontré recoger a mi abuelo en su regazo, bebe ... Después de eso, yo sólo sabía temblando y llorando desconsoladamente.
En enero de 2009, vine a trabajar como asesor de comunicación en la empresa Mato Grosso de Investigación, Asistencia y Extensión Rural - Empaer-MT. Mi abuelo trabajó durante muchos, muchos años atrás, la Sociedad de Desarrollo Agrícola del Estado de Mato Grosso (CODEAGRO). Esto fue incorporado en Empaer en 1964, junto con Emater y APEM. Y muchos de los empleados se mantuvo en CODEAGRO Empaer-MT, y para mi sorpresa "Vine a conocer algunas personas que trabajaban con mi abuelo en el momento que él era" el amor a la gente ". Yo, en nombre de mi abuelo, y una frase, que escuché hace algunos años, cuando miraba a un vendedor ambulante en el centro de la ciudad y vieron una discusión de hippie »con un hombre viejo, y se volvió hacia mí y , dijo: "Hija mía, nunca confíes en un hombre de cabellos blancos, porque los cabrones también la edad", he creado una creencia limitante: que pensé que tenía la mayor dificultad con la "vieja". Pero como la vida es una escuela maravillosa - y nada sucede por casualidad - es siempre, nos pone en situaciones de aprendizaje, me vine a vivir aquí, con los abuelos varios. La mayoría de mis colegas tienen el doble de mi edad. ¿Y cuánto experiencia de vida, la cantidad de la historia, la cantidad de la sabiduría, aquí junto a mí, de lunes a viernes. Por supuesto, no todos son "flores", también veo la gente con "lomo cruel", carente de reconocimiento.
He venido aquí a hablar con la gente ... Cada uno con su propio universo, rico en aprendizaje. Hay momentos en que las vanidades hablan más alto, los celos, golpeando el interior, la envidia, la arrogancia, la indiferencia de algunos ... Pero también hay amigos sinceros de los que perciben la mirada, un buen día lleno de vida, el calor, la alegría y el respeto en el trato con los demás.
Mi idea es hacer un pequeño homenaje a todos los empleados del sufrimiento Empaer, lleno de historia, lo que con todo el vigor y lleno de esperanza viene a seguir cumpliendo su noble misión: "generar conocimiento, tecnología y extensión para el desarrollo sostenible de la prioridad rural para la agricultura de subsistencia. "Un homenaje especial a todos los" abuelos ", que Saludo con afecto, diciendo que" los niños Buenos días! "y también un homenaje a mi abuelo, con quien tuve la oportunidad de tener más amor. Me enteré de que nadie puede dar lo que nunca tuviste. Pero gracias a Dios con mi padre, Tadeu Dias da Conceição, estoy abriendo a decir: me encanta, la luz y la sombra, es decir, con sus defectos y cualidades.
Hago un aparte para hablar un poco de nuestro querido colega Antonio Rocha Vital, Forestal y una Maestría en Geografía, quien escribió el libro: ¿Qué clase de mucho, porque de la medida. Minero que llegó a Florencia en 1972 y desde entonces recoge las historias de vida de estos 37 años de trabajo con las zonas rurales. Como muchos colegas han muerto, registra en el libro con un montón de nostalgia y humor historias del Servicio de Extensión. La portada del libro es un cuadro pintado por la esposa de Reyes, que quiere decir, en el libro: "eterna compañera de toda la vida. He encontrado hermosa!
Quiero hacer uno para la condesa recadinho Shirley Ocampo: ¡Quédate! Eres maravilloso. Me gustaría mencionar más nombres, como lo son muchos y el texto ya es un poco grande ...
Tenemos algunos ejemplares del libro disponibles en la empresa: la dirección es Rua Jari Gomes, N ° 454, Bairro Boa Esperança, Cuiabá-MT - las solicitudes por teléfono: 3613-1723, ATER Coordinación de la Presidencia y el teléfono es 3613-1714.
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De tránsito, la educación y la Copa del Mundo
ANDRÉ Michells
La gente de Cuiabá son educados y preparados para recibir la Copa del Mundo de 2014, en relación con el tema de tránsito? Vacaciones, los diseños, la luz brillante y el patriotismo de lado, creo que aún no lo hayan hecho esta pregunta. Mucho se ha dicho acerca de las grandes obras que iba a cambiar la "cara" de la ciudad y transformar nuestro futuro. Que surgen!
Pero la pregunta sigue siendo: la gente está preparada y educada a la hora de tránsito, para recibir un evento de esta magnitud? Basta con echar un paseo por la ciudad para ver que, lamentablemente, todavía no. Por supuesto, hay excepciones, pero el fracaso a los demás y de sí mismo reina en nuestras calles y avenidas. Y no se puede culpar al estado diciendo que el sistema educativo es malo, ¡no! Lo que falta en el tránsito no es la educación de las escuelas, sino que la educación que es la cuna.
Imaginemos un sueco, un belga y canadiense caminar por nuestras aceras llenas de los famosos cubo de basura. ¿Qué piensas? Imagine esta misma gente pisando un paso de peatones sin preocupaciones (los pocos que tenemos) y el cruce de calles y avenidas. Ellos viven para contar la historia de la Copa del Pantanal? Hablando de caminar, ¿cuántas personas sin educación está ahí, ¿verdad? Que circulan en la calle, no utilice las vías, a través de mirar a las nubes y no parece preocupar a sus propias vidas. ¡Absurdo!
Otro absurdo es llegar tan lejos como agentes de tránsito están de pie en el punto gama, casi pidiendo al conductor que a través de alguien. El otro día yo estaba casi atropellado por un paso completo la avenida 31 de marzo - sorprendentemente, para un coche de conducción de la escuela. Imagine los ciudadanos de esos países que he mencionado pasar por esto? ¿Qué piensa de nosotros?
Imagine turistas alquiler de coches y la conducción en todo, cumpliendo a la letra lo que han aprendido sobre el respeto, la conducción defensiva, velocidad, las leyes y la buena educación. ¿Es que, antes de dejar un paso peatonal para el paso de un transitorio (como es habitual en cualquier país civilizado), no acaban ofendido por el conductor detrás, o simplemente no verse involucrado en algún accidente?
Lo que piensa cuando no se hizo saber a dónde ir, de pie en una de varias intersecciones y rotondas - sin ningún sentido - Tenemos gente que busca el cierre y el paso bajo nivel de educación? Esta es la imagen que queremos ir? Por supuesto que se trabaja para mejorar el flujo, pero si seguimos utilizando la ley de Gerson, cualquier trabajo que se resolverá.
Del deber patriótico a gritar: "si te gusta esto desaparece, su tiro gallo". He escuchado varias veces, la gente no ve que oculta lo que es patente. He vivido aquí durante 20 años y no es así o no. Es más complejo que eso. Se trata de la conducta. Es la ciudad que está en cuestión, pero las actitudes (en tránsito) de las personas que viven en ella.
La parte buena es que podemos cambiar esta imagen. Simplemente no aceptar más vivir con la política de "don" y siempre quieren aprovechar. El costo social de este es muy grande, más de 200 muertes por año. De estos, el 90% causada por la irresponsabilidad pura. La aplicación está ausente? Sí, estoy de acuerdo. Las rutas son los defectos y agujeros? Sí, estoy de acuerdo también. Pero el fracaso es mucho más conciencia de que es la conducción o peatón que camina, digamos ... "Contando estrellas".
Con la llegada de la Copa del Mundo, las principales obras se harán y lleno de orgullo. Vamos a estar en mejores condiciones para afrontar el futuro, por supuesto. Estas obras nos pondrá por encima de las ciudades más comparables en Brasil, Viva! Pero los avances cambiar lo que está en pie es no cambiar lo que está por encima del cuello? Para el año 2014 cinco años pasar. El equivalente de un curso de pregrado. Es hora de que nos graduamos en el elemento que diferencia a una ciudad rica y desarrolló un pobre y atrasado de la ciudad. EDUCACIÓN.
* André Michells es un periodista, jefe de prensa Detran-MT y presentadora de televisión.
e-mail.andremichells @ hotmail.com
www.andremichells.com
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¿Quién sabía, Cuiabá es flamenguista?!
Onofre Ribeiro
Esta semana, el Instituto celebró Vector la séptima versión de la investigación "Cuiabá, Nuestro Hogar". Se trata de una encuesta con los jefes de la ciudad y plantea todos los estilos de vida, el consumo y la filosofía cuiabanas cada dos años. Este año, la investigación trató de profundizar en el placer de cuiabanos.
Los resultados son estadísticos, pero muestran claramente algunos toques de Cuiabá alma. Uno de ellos, lo que realmente llamó mi atención fue este: los mayores fans de los equipos de fútbol están en el Flamengo, Río de Janeiro, con el 20,8% de los encuestados. En segundo lugar viene el Corinthians, con el 14,7% en el tercero de Sao Paulo, con 10,8% y otros, incluidos los equipos locales tienen poco retorcido. Le pregunté por qué la socióloga Miriam Braga, director de Vector, y ella me dijo que cuando la gente de Río representa la influencia antigua de Río de Janeiro en Cuiabá, en los días en que la ciudad era la referencia. Tiene perfecto sentido.
Hemos visto que la gente viene aquí como la población cuiabana, añadiendo a la población original de la ciudad y los inmigrantes que vinieron de 1973. Es el 44,1% de la población nacida en Cuiabá, el 22,4% del interior del estado, y el otro porcentaje mucho menor provienen de São Paulo, Minas Gerais y Mato Grosso do Sul do Sul, sólo aparece Paraná, con 4,3%.
Le pregunté a Miriam como el alma de estas cuiabana gente nueva. Me contestó que son personas que nacieron en los últimos 30 años y más, pero el nuevo pensar de manera diferente. Por un lado, perdieron la cáscara dura de los padres que salieron con el deseo de ganar y ganar. Por otra parte, se asimila el deseo histórico de vivir bien, que era una marca en Cuiabá. Esto significa que cuiabanos jóvenes que se encuentran entre los 44,1% quieren ser empresarios y activa, pero también quieren una buena calidad de vida y de ocio. Esto es típicamente una revolución que más allá de la actitud inicial de 70 años para poner la tierra y los migrantes en campos opuestos.
No hay una rivalidad de "aquí" y el "afuera". Todos hoy son "aquí". En la práctica, esto significa, también, que esta migración de los 70, 80 y 90, la masa ha ido bien. Cada uno cedió un poco y la población es gay, receptivo y amante de la buena comida de la buena vida: un legado cuiabana muy característica, a diferencia del primero, cuando la cuiabanos original sintió perjudicado por la pérdida de su cultura. En su lugar, sirvió de base para esta nueva síntesis como resultado 30 años después.
La investigación es muy didáctico al respecto. El Cuiabano todavía hospitalario, ama a su ciudad, conocer en detalle sus problemas, tienen la percepción de todo lo que te rodea, con gran claridad. Y una cosa clara, antes de cerrar este artículo y publicidad de otros en las inmediaciones: el cuiabanos están muy por delante de sus representantes políticos. Y hacerlo en silencio!
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