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Barra do Garças |
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Site Oficial / Official Site / Sitio Oficial: www.barradogarcas.com
População / Population / Población: 53.243 habitantes (IBGE/2007)
Área / Area / Área: 8.761,30 Km²
Distância da Capital / Distance from / Distancia desde Capital: 509 Km
Limites / Limits / Límites: Nova Xavantina, Araguaiana, Gal. Carneiro, Novo São Joaquim, Pontal do Araguaia e o Estado de Goiáis.
Denominação dos Habitantes / Name of Inhabitants / Nombre de los Habitantes: Barra-garcenses
Aniversário do Município / Anniversary of the City / El nacimiento de la ciudad de: 15 de Setembro
Prefeito / Mayor / Alcalde: Wanderlei Farias Santos
CEP / ZIP: 78600-000
HISTÓRICO
A criação do município de Barra do Garças veio a ser uma encampação do município de Araguaiana, ou seja, uma mudança de sede de Araguaiana para Barra do Garças, passando Araguaiana à distrito de Barra do Garças.
As primeira notícias acerca da região se deram por conta das lendárias Minas dos Martírios, no século XVII. Neste período o imenso quadrilátero barra-garcense era habitado de cima abaixo por povos indígenas das nações boróro e xavante. A região teve efetivo início povoador com a navegação do Rio Araguaia, ao tempo da guerra do Paraguai, quando o presidente da Província, Couto de Magalhães, viu a necessidade de ligação entre as bacias hidrográficas do Prata e Tocantins, unindo o sul ao norte, pelo centro. Iniciou-se então a navegação do rio Araguaia. Couto de Magalhães mandou transportar em carros-de-boi três navios, desmontados para viagem – do Rio Cuiabá até o Porto de Itacaiú, onde seriam montados.
Foram criados presídios, que serviam também de posto de registro: Ínsua, Passa Vinte e Macedina. O presídio de Ínsua foi transferido para as margens do Rio Araguaia, em lugar denominado Porto Grande, que ficou cognominado Registro do Araguaia. Nas andanças entre presídios, os militares faziam postos na foz do Rio das Garças. O local de referência era assinalado por uma pedra, a pedra da Barra Cuiabana, a primeira denominação de Barra do Garças. Em Barra Cuiabana viviam José Pedro, o filho Vicente e outras pessoas, exatamente em frente à Barra Goiana, hoje Aragarças.
A pedra da Barra Cuiabana tinha uma lenda. Dizem que Simão da Silva Arraya enterrou um recipiente (talvez uma garrafa) contendo diamante nas proximidades da grande pedra. Arraya marcou a pedra com os dizeres “S. S. Arraya – 1871”. Para José Pedro, a inscrição foi esculpida por uma caravana desmobilizada em retorno da Guerra, liderada por Simão Arraya, somente para marcar a passagem pelo lugar. Na versão de Raul José de Mello, antigo coletor de rendas de registro do Araguaia a história é outra: “...em 1871, o pai de Marcos Afonso (um dos herdeiros) e mais Simão da Silva Arraya e dois ex-combatentes de guerra encontraram enorme quantidade de diamantes.
Na época a comercialização era difícil, e sabedores do valor do achado começaram a guarda-lo uma garrafa. De certa feita foram atacados por índios boróros. Antes de fugirem enterraram a garrafa e mais tarde marcaram a pedra.” A verdade é que ninguém encontrou a tal garrafa, e se foi achada, não foi divulgado – daí ser lenda. Em 1897, Antônio Cândido de Carvalho encontrou diamantes no Rio das Garças. A notícia trouxe muita gente à região, aumentando o contingente populacional araguaiano. Neste período a economia regional dividia-se entre a garimpagem e a extração de látex da mangabeira, que proliferava no cerrado.
Sua população foi formada por pessoas vindas de vários estados brasileiros, incentivados pelo desdobramento do Oeste em busca do ouro e do diamante. Região desbravada pelo Marechal Rondon, na metade do século passado e efetivado pelos sertanistas irmãos Villas Boas, que abrindo picadas (com a Fundação Brasil Central), fez nascer no seu rastro várias cidades.
O tempo passou, as pessoas foram chegando, e fizeram nascer esta maravilhosa cidade, à margem esquerda do Rio Araguaia, que delimita as fronteiras de Mato Grosso e Goiás. A região urbana conhecida como grande Barra é formada além de Barra do Garças, por Pontal do Araguaia (MT) e Aragarças (GO).
Hoje Barra desponta com um futuro pólo de Saúde, Educacional, Comercial, Político e Turístico de Mato Grosso, pois qualidade é que não lhe faltam: Serras com dezenas de Cachoeiras, Praias, Rios, Águas Termais, além de uma série de atividades especialmente desenvolvida para proporcionar ao turista uma excelente estadia por aqui.
CRÉDITOS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Data da Publicação: 18/01/2008.
Fonte: www.barradogarcas.com
Tradução em Inglês
HISTORY
The creation of the municipality of Barra do herons became a takeover of the city of Araguaiana, ie a change of head office for Araguaiana Bar reservoir, passing Araguaiana the district of Barra do herons.
The first news about the region themselves on account of the legendary Mines of the Martyrs, in the seventeenth century. This period the huge quadrilateral bus garcense was inhabited up and down by indigenous nations Bororo and Xavante. The region was effective early settlers with the navigation of the Araguaia River, at the time of the Paraguayan War, when President of the Province, Couto de Magalhaes, saw the need for linking the basins of the Silver and Tocantins, linking south to north, the center. Then began the navigation of the Araguaia River. Couto de Magalhães sent in cars carrying ox-three ships, dismantled for travel - the Cuiabá River to the Port of Itacaiú, where they would be assembled.
Prisons have been established, which served also to put on: Ínsua Passing Twenty MACEDONIA. The Prison Ínsua was transferred to the banks of the Araguaia River, in a place called Porto Grande, who was nicknamed record Araguaia. In travels between prisons, the military were put in the mouth of the Herons. The reference site was marked by a stone, the stone Bar Cuiabana, the first name of Bar Herons. In Barra Cuiabana lived José Pedro, the son of Vincent and others, just in front of the Barra Cosmos, today Aragarças.
Stone Bar Cuiabana was a legend. They say that Simon Silva Arraya buried a container (perhaps a bottle) containing diamond near the big stone. Arraya marked the stone with the inscription "S. S. Arraya - 1871. For José Pedro, the inscription was carved by a caravan disbanded in return of the war, led by Simon Arraya, only to mark the passing by the place. In the version of Raul José de Mello, a former collector of rent registration Araguaia is a different story: "... in 1871, the father of Mark Alfonso (one of the heirs) and more Simão da Silva Arraya and two of ex-combatants war found huge amounts of diamonds.
At the time the sale was difficult, and knowing the value of the guard began to find him a bottle. Made some were attacked by Bororo Indians. Before fleeing buried the bottle and later scored the stone. "The truth is that no one has found such a bottle, and it was found, was not disclosed - hence it is legend. In 1897, Antônio Cândido de Carvalho found diamonds in Rio of herons. The news brought many people to the region, increasing the overall population Araguaiana. In this period the regional economy was divided between the mining and extraction of latex mangabeira, which proliferated in the cerrado.
Its population was made up of people from various Brazilian states, encouraged by the deployment of the West in search of gold and diamond. Region cleared the Marechal Rondon, in the past half century and affected by backwoodsman Villas Boas brothers, who opened bites (with the Central Brazil Foundation), who brought in its wake several cities.
Time passed, people were coming, and gave birth to this beautiful city on the left bank of the Araguaia River, which marks the border of Mato Grosso and Goias The urban area known as a great bar is formed in addition to the Herons Bar, by Point Araguaia (MT) and Aragarças (GO).
Today bar emerges with a future pole of Health, Education, Business, Politics and Tourism of Mato Grosso, because quality is not lacking: Saws with dozens of waterfalls, Beaches, Rivers, Hot Springs, and a series of activities specially designed to provide the tourists a pleasant stay here.
CRÉDITS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Publication Date: 18/01/2008.
Font: www.barradogarcas.com
Tradução em Espanhol
HISTORIA
La creación del municipio de Barra do garzas se convirtió en una toma de la ciudad de Araguaiana, es decir, un cambio de sede para Araguaiana depósito Bar, pasando Araguaiana el barrio de Barra do garzas.
Las primeras noticias de la región a sí mismos a causa de las legendarias minas de los Mártires, en el siglo XVII. Este período de la gran garcense autobús cuadrilátero fue habitada hacia arriba y abajo por las naciones indígenas Bororo y Xavante. La región fue efectivo los primeros pobladores con la navegación del río Araguaia, en el momento de la guerra del Paraguay, cuando el Presidente de la Provincia, Couto de Magalhaes, vio la necesidad de vincular las cuencas del Plata y Tocantins, que une de sur a norte, el centro. Entonces comenzó la navegación del río Araguaia. Couto de Magalhães enviado en automóviles con bueyes tres barcos, desmontados, para el viaje - el río Cuiabá hasta el Puerto de Itacaiú, donde serían ensambladas.
Las prisiones se han establecido, que sirvió también para poner en: Ínsua pasar Veinte MACEDONIA. El Ínsua prisión fue trasladado a la orilla del río Araguaia, en un lugar llamado Porto Grande, que fue apodado registro de Araguaia. En los viajes entre las prisiones, los militares se pusieron en la boca de las Garzas. El sitio de referencia se caracterizó por una piedra, la piedra Bar Cuiabana, el primer nombre de garzas de Abogados. En Barra Cuiabana vivió José Pedro, hijo de Vicente y otros, justo en frente del Cosmos Barra, Aragarças hoy.
Stone Bar Cuiabana era una leyenda. Dicen que Simón Silva Arraya enterrado un recipiente (tal vez una botella), que contiene los diamantes, cerca de la gran piedra. Arraya marcó la piedra con la inscripción "S. S. Arraya - 1871. Para José Pedro, la inscripción fue esculpida por una caravana se disolvió en la vuelta de la guerra, dirigida por Simon Arraya, sólo para marcar el paso por el lugar. En la versión de Raúl José de Mello, un colector antiguo registro del alquiler Araguaia es una historia diferente: "... en 1871, el padre de Marcos Alfonso (uno de los herederos) y más Simão da Silva, Arraya y dos de los ex combatientes de guerra hallado grandes cantidades de diamantes.
En el momento de la venta fue difícil, y conociendo el valor de la guardia comenzó a buscarle una botella. Hecho algunos fueron atacados por los indios Bororo. Antes de huir enterrado la botella y más tarde anotó la piedra. "La verdad es que nadie ha encontrado una botella, y se comprobó, no fue revelado - por lo que es leyenda. En 1897, Antonio Cândido de Carvalho encontrado los diamantes en el Río de las garzas. La noticia llevó a muchas personas a la región, el aumento de la población en general Araguaiana. En este período la economía regional se dividió entre la minería y la extracción de látex Mangabeira, que proliferaron en el cerrado.
Su población se componía de personas de diversos estados brasileños, alentados por el despliegue de Occidente en busca de oro y de diamantes. Región autorizó la Marechal Rondon, en el último medio siglo y afectados por el lugareño hermanos Villas Boas, que abrió las mordeduras (con la Fundación Central de Brasil), que trajo como consecuencia varias ciudades.
Pasó el tiempo, la gente venía, y dio a luz a esta hermosa ciudad en la margen izquierda del río Araguaia, que marca la frontera de Mato Grosso y Goiás la zona urbana conocida como un gran bar está formado además de a la barra de garzas, de punto Araguaia (MT) y Aragarças (GO).
Barra de hoy emerge con un poste de futuro de la Salud, Educación, Negocios, Política y Turismo de Mato Grosso, porque la calidad no le faltan: Sierras con decenas de cascadas, playas, ríos, Hot Springs, y una serie de actividades especialmente diseñadas para brindar al turista una estancia agradable aquí.
CRÉDITOS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Data da publicación: 18/01/2008.
Fuente: www.barradogarcas.com
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