Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Porto Estrela
Site Oficial / Official Site / Sitio Oficial:www.portoestrela.mt.gov.br
População / Population / Población: 3.984 habitantes (IBGE/2007)
Área / Area / Área: 2.072,6 km²
Distância da Capital / Distance from Capital / Distancia desde Capital: 198 km
Limites / Limits / Límites: Cáceres, Barra do Bugres, Rosário Oeste, Nossa Senhora do Livramento.
Denominação dos Habitantes / Name of Inhabitants / Nombre de los Habitantes: Portoestrelenses
Aniversário do Município / Anniversary of the City / El nacimiento de la ciudad de: 20 de Dezembro
Prefeito / Mayor / Alcalde: Benedito de Oliveira
CEP / ZIP: 78398-000


HISTÓRICO

O povoamento da região está ligado diretamente à expansão econômica e cultural do município de Cáceres, que no final do século passado era o maior ponto de referência para a exportação da ipecacuanha.

Outro ramo do extrativismo vegetal também atraiu aventureiros à região, a borracha. Eram muitas as seringueiras, além de madeiras de lei. A noticia correu e a febre fez historia.

As origens históricas do atual município de Porto Estrela se perdem no tempo e nas lendas, contadas pelos mais antigos moradores do lugar.

Inicialmente formou-se uma “corrutela” às margens do Rio Paraguai, atual município de Barra do Bugres e Cáceres. O barranco escolhido para assentar o povoado era alto.

Todos os anos o lugar era cortado pelas águas do Rio Paraguai na força das cheias. No período das longas estiagens apresentava solo rosado, adornado de pedras brancas. Quando o sol, ao se por, batia nestas pedras, o reflexo obtido lembrava raios estrelares. O mesmo se dava em noite de lua cheia.

Surgiu então a denominação Porto das Estrelas. Existem ainda outras duas versões para a denominação do município;

A primeira da conta que na beira do Rio Paraguai residiam duas donzelas. A beleza das moças transcendia os padrões da época dos primeiros povoadores. Os muitos navegadores que cruzavam este trecho deram às duas jovens o apelido de “estrelas” – para justificar a euforia da passagem. Ficou então Porto das Estrelas.

A segunda versão é sobre o aparecimento de fogo brando à beira rio, logo após a abertura do porto. Uma ilusão de ótica transmitia a idéia de que as inúmeras fagulhas ao ar, mais pareciam um turbilhão de estrelas. Também teriam ficado Porto da Estrelas.

As três versões, seja qual for a mais coerente, tem procedência na historia oral, e têm valor histórico. Independentemente da opção, mais tarde o Porto das Estrelas teve sua denominação simplificada para Porto Estrela.

As primeiras noticias que se tem a respeito do lugar vem do ano de 1800, período em que as iniciaram as primeiras construções as margens do Rio Paraguai.

Os primeiros nomes que a historia registrou foram de Maria Luzia, Pedro Pinto e André.

Em 1890, Antonio da Costa, sua esposa Maria Benedita da Costa e os irmãos Pedro Santiago da Costa e mais sua mulher Felismina Costa, fixaram residência às margens do histórico rio. Dedicaram-se à criação de gado e agricultura de subsistência.

A comunidade que havia se formado dedicava-se à extração da poaia, a ipecacuanha planta conhecida por excelentes propriedades medicinais, que abundava na mata virgem e representava meio de vida.

A poaia foi fator de economia dominante por muitos anos, sendo comercializado com os barqueiros que trafegavam pelo Rio Paraguai. Por muito tempo a poaia apresentou a segunda colocação na pauta das exportação mato-grossenses.

Em 1920, chegaram a região José Inácio, Ângelo e Manoel Castilho, vindos de Cáceres, com o objetivo de explorar a extração de madeiras de lei. Era comum encontrar nestas matas ainda virgens inúmeras variedades, tais como a araputanga (mogno), ipê jatobá, cedro, peroba e tantas outras.

O transporte de madeiras eram vias fluviais, através do Rio Paraguai até Cáceres. Com o passar dos anos a atividade foi se intensificado, até diminuir. Acabaram-se as reservas nativas de madeiras.

A Lei n° 710 de 16 de dezembro de 1953, foi criado o distrito de Porto Estrela, com território jurisdicionado ao município de Barra do Bugres. Apesar de vida política organizada, o lugar amargou longo tempo para conseguir emancipar-se.

A Lei Estadual n° 5.901, de 19 de dezembro de 1991, de autoria do deputado Hermes de Abreu e sancionada pelo governador Jayme Campos, criou o município.

“Artigo 1° - Fica criado o município de Porto Estrela, com território desmembrado do município de Barra do Bugres...

Artigo 2° - O município criado é constituído de um só distrito da sede”.

Parágrafo Único - O município somente será instalado com a eleição e posse do prefeito, vice – prefeito e vereadores realizada de conformidade com a Legislação Federal.”

Na eleição de 03 de outubro de 1992, foi eleito como primeiro prefeito municipal o Sr. Flávio Farias, tendo na vice o Sr. Lourenço Rossetti.

Nesta mesma ocasião elegeram-se vereadores as seguintes pessoas: Ana Tereza Félix Garbim, Jasso Martins de Freitas, Inácio Sene de Silva, José Carlos da Silva, Ademar Corsino dos Santos, Ademirson Ribeiro Duarte, Arides Rodrigues Ramos, Marcos Antonio de Melo e José Candido Sobrinho.

Fonte: www.portoestrela.mt.gov.br


Tradução em Inglês

HISTORY

The settlement of the region is directly linked to economic expansion and cultural city of Cáceres, in the late nineteenth century was a major reference point for the export of ipecac.

Another branch of the extraction plant also attracted people to the region, the rubber. There were many trees, and hardwoods. The news ran a fever and made history.

The historical origins of the current municipality of Porto Estrela are lost in time and legend, told by the older inhabitants of the place.

Initially formed a "corrutela" on the banks of the Paraguay River, on the municipality of Barra do Bugres and Caceres. The bank chose to settle the village was high.

Each year the place was cut by the waters of the Paraguay River in the power of the floods. During the long dry soil had pink, adorned with white stones. When the sun, when in, beat these stones, the reflection obtained remembered stellar rays. It was the same in full moon night.

Then came the name Port of Stars. There are also two other versions for the name of the municipality;

The first account that on the Rio Paraguay lived two maidens. The beauty of the girls went beyond the standards of the time of the first settlers. Many browsers that crossed this stretch gave the two girls nicknamed "stars" - to justify the euphoria of the passage. It was then Port of Stars.

The second version is about the emergence of simmering on the river, soon after the opening of the port. An optical illusion conveyed the idea that the many sparks in the air, more like a whirlwind of stars. It would have been stars of Porto.

The three versions, whatever the most consistent, has merits in oral history, and historical value. Regardless of the option, later the Port of Stars had simplified its name to Porto Estrela.

The first news that has about the place comes from the year 1800, a period that started the first building the banks of the Paraguay River.

The first names that were recorded history of Mary Lucy, Pedro Pinto and Andrew.

In 1890, Antonio da Costa, his wife Maria Benedicta of the Coast and the brothers Pedro da Costa Santiago and his wife more Felismina Costa, took up residence on the banks of the historic river. They have dedicated themselves to raising cattle and subsistence farming.

The community that had formed dedicated to the extraction of ipecac, ipecacuanha a plant known for excellent medicinal properties, which abounded in the virgin forest and represented a way of life.

The ipecac factor was the dominant economy for many years, being marketed with the boatmen driving along the Paraguay River. For a long time ipecac presented the second place in the export tariff of Mato Grosso.

In 1920, the region reached José Inácio, Angelo and Manuel Castilho, coming from Caceres, in order to explore the extraction of hardwoods. It was common in these forests untouched many varieties, such as araputanga (mahogany), ipe, jatoba, cedar, mahogany and many others.

The transport of timber were waterways, through the Paraguay River to Caceres. Over the years the activity has intensified, to decrease. Gone are the native woods.

Law No. 710 of 16 December 1953, created the district of Porto Estrela, with jurisdictional territories of the municipality of Barra do Bugres. Although organized political life, the place languished long time to get emancipated.

State Law No. 5901 of 19 December 1991, authored by Hermes de Abreu and sanctioned by the governor Jaime Campos, created the council.

"Article 1 - It created the city of Porto Estrela, with territory taken from the municipality of Barra do Bugres ...

Article 2 - The council is made up of one district headquarters.

Sole Paragraph - The city will only be installed with the inauguration of the mayor, vice - mayor and council members held in accordance with federal legislation. "

In the election of 03 October 1992, was elected the first mayor Mr. Flavio Farias, taking the vice Mr. Lawrence Rossetti.

In those same council members were elected the following persons: Ana Tereza Garbim Felix, Jasso Martins de Freitas, Sene Inacio de Silva, José Carlos da Silva, Ademar dos Santos Corsino, Ademirson Ribeiro Duarte, Arides Rodrigues Ramos, Marcos Antonio de Melo and Jose Candido Sobrinho.

Fonte: www.portoestrela.mt.gov.br


Tradução em Espanhol

HISTORIA

El asentamiento de la región está directamente vinculada a la expansión económica y cultural ciudad de Cáceres, en el siglo XIX fue un punto de referencia importante para la exportación de ipecacuana.

Otra rama de la planta de extracción también atraía a la gente a la región, la goma. Había muchos árboles, y las maderas duras. La noticia tuvo fiebre e hizo historia.

Los orígenes históricos de la actual municipio de Porto Estrela se pierden en el tiempo y la leyenda, contada por los antiguos habitantes del lugar.

Inicialmente formaron un "Corrutela" en las orillas del río Paraguay, en el municipio de Barra do Bugres y Cáceres. El banco ha optado por fijar la población fue alta.

Cada año, el lugar fue cortado por las aguas del río Paraguay en el poder de las inundaciones. Durante el suelo seco desde hace mucho tiempo rosa, adornado con piedras blancas. Cuando el sol, cuando se encuentre en vencer estas piedras, la reflexión de los rayos obtenidos recordado estelar. Era la misma en noche de luna llena.
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Luego vino el nombre del puerto de las Estrellas. También hay otras dos versiones del nombre del municipio;

La primera cuenta que en el río Paraguay vivía a dos doncellas. La belleza de las niñas fue más allá de las normas de la época de los primeros pobladores. Muchos navegadores que cruzaron este tramo dio a los dos niñas apodado "estrellas" - para justificar la euforia del corredor. Fue entonces Puerto de Estrellas.

La segunda versión es la aparición de cocer a fuego lento en el río, poco después de la apertura del puerto. Una ilusión óptica transmite la idea de que las chispas que muchos en el aire, más como un torbellino de estrellas. Hubiera sido estrellas de Oporto.

Las tres versiones, cualquiera que sea la más consistente, tiene méritos en la historia oral, y valor histórico. Independientemente de la opción, más tarde, el Puerto de Estrellas había simplificado su nombre por el de Porto Estrela.

La primera noticia que tiene sobre el lugar proviene del año 1800, un período que comenzó el primer edificio a orillas del río Paraguay.

Los primeros nombres que se registró la historia de María Lucía, Pedro Pinto y Andrés.

En 1890, Antonio da Costa, su esposa María Teresa Benedicta de la Costa y los hermanos Pedro da Costa, Santiago y su esposa más Felismina Costa, se instalaron en las orillas del histórico río. Ellos se han dedicado a la cría de ganado y la agricultura de subsistencia.

La comunidad que se había formado dedicado a la extracción de ipecacuana, planta de ipecacuana un conocido de excelentes propiedades medicinales, que abundaban en los bosques vírgenes y representaba una forma de vida.

El factor de ipecacuana fue la economía dominante durante muchos años, a ser comercializados con la conducción a lo largo de los barqueros del río Paraguay. Para un ipecacuana tiempo presentó el segundo lugar en el arancel de exportación de Mato Grosso.

En 1920, la región alcanzó José Inácio, Angelo y Manuel Castilho, procedentes de Cáceres, a fin de explorar la extracción de maderas duras. Era común en estos bosques vírgenes muchas variedades, como Araputanga (caoba), ipe, jatoba, cedro, caoba y muchos otros.

El transporte de la madera eran navegables, a través del río Paraguay hasta Cáceres. Con los años la actividad se ha intensificado, a disminuir. Atrás han quedado los bosques nativos.

Ley N º 710, de 16 de diciembre de 1953, creó el distrito de Porto Estrela, con territorios de jurisdicción del municipio de Barra do Bugres. Aunque la vida política organizada, el lugar languideció tiempo de emanciparse.

Estado de la Ley N º 5901 de 19 de diciembre de 1991, escrito por Hermes de Abreu y sancionado por el gobernador, Jaime Campos, creó el Consejo.

"Artículo 1 - Se creó la ciudad de Porto Estrela, con territorio desmembrado del municipio de Barra do Bugres ...

Artículo 2 - El Consejo está compuesto por un cuartel general del distrito.

Párrafo único - La ciudad sólo se instalarán con la toma de posesión del alcalde, vice - alcalde y los miembros del Consejo celebraron de conformidad con la legislación federal ".

En las elecciones de 03 de octubre de 1992, fue elegido el primer alcalde el Sr. Flavio Farias, teniendo el vicepresidente el Sr. Lawrence Rossetti.

En la misma los miembros del Consejo fueron elegidos las siguientes personas: Ana Tereza Garbim Félix, Jasso Martins de Freitas, Sene Inácio da Silva, José Carlos da Silva, Ademar dos Santos Corsino, Ademirson Ribeiro Duarte, Arides Rodríguez Ramos, Marcos Antonio de Melo y José Cándido Sobrinho.


CRÉDITOS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Data da publicación: 18/01/2008.

Fuente: www.portoestrela.mt.gov.br
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