Sábado, 4 de Setembro de 2010
Juscimeira
Site Oficial / Official Site / Sitio Oficial: www.juscimeira.mt.gov.br
População / Population / Población: 11.999 habitantes (IBGE/2007)
Área / Area / Área: 2.212,6 Km²
Distância da Capital / Distance from Capital / Distancia desde Capital: 157 Km
Limites / Limits / Límites: Rondonópolis, Jaciara, Poxoréo, Santo Antonio do Leverger e São Pedro da Cipa.
Denominação dos Habitantes / Name of Inhabitants / Nombre de los Habitantes: Juscimeirenses
Aniversário do Município / Anniversary of the City / El nacimiento de la ciudad de: 10 de Dezembro
Prefeito / Mayor / Alcalde: Valdecir Luiz Colle ("Chiquinho do Posto")
CEP / ZIP: 78810-000


HISTÓRIA

VERSÃO HISTÓRICA DE JUSCIMEIRA TRANSCRITA NO LIVRO “MATO GROSSO E SEUS MUNICÍPIOS”, ESCRITO POR JOÃO CARLOS VICENTE FERREIRA – Edição de 2001.

Em 1953, João Matheus Barbosa, mineiro, juntamente com um corretor de terras da Colonizadora Industrial Pastoril e Agrícola – CIPA, sobrevoou a região onde se encontra atualmente a cidade de Juscimeira.
João Matheus se agradou da terra e adquiriu 50 alqueires paulistas da CIPA, com sede na vizinha cidade de Jaciara.
Em junho de 1954, João Matheus Barbosa chegou às margens da barra do Rio Areia, onde se instalou com a esposa Salvina Luís dos Santos e Maria Barbosa Moreira, Agostinha Barbosa de Oliveira, Sebastiana Martins Barbosa, Olímpia Barbosa Crizauto – filhas já casadas. E mais os filhos Joaquim, Noêmia, João, Abigail e Daniel Matheus Barbosa.
Vieram em companhia do casal Ana e Salvador Ribeiro de Paiva, juntamente com quatro filhos menores. Democrático, o pioneiro João Matheus de pequeno lote de terras a cada um dos filhos e genros, que iniciaram a plantação de arroz, milho, feijão, mandioca, banana e hortaliças.
Mineiro da cidade de Diamantina, terra de Jucelino Kubstichek de Oliveira, político de projeção na época, João Matheus Barbosa deu o nome de Juscelândia ao incipiente povoado, em homenagem a seu patrício.
Na verdade o lugar recebera a denominação de Garimpos, tornando-se distrito. A boa produção agrícola, em função do solo ubertoso atraiu outras famílias. João Matheus Barbosa separava um lote para quem viesse chegando. Assim, a povoação crescia e a população aumentava.
A 20 de maio de 1957, á distância de um quilômetro da divisa das terras de João Matheus Barbosa, estabeleceu-se José Cândido de Lima, juntamente com a esposa Maria Fidélis de Lima e os filhos Jair, Neuza, Neide, Nauriá, Zenaide, Jonas, sendo que mais tarde, já em terras matogrossenses nasciam Idauga, Genésio e Elizabeth.
Em companhia de José Cândido de Lima, vieram seus irmãos Francisco Oliveira de Lima e esposa Gabriela Cano Nova Lima e os filhos Geni, Urandi, Odair, Dalva, Zeni, Lindinalva, Antonio, Aroldo, Reginaldo e Leonídia. Outro irmão, Marcionílio José de Lima chegou com a esposa Janete Oliveira de Lima e mais os filhos Nair, Dirceu, Naílde, Genilda, Creuza e mais tarde, nasceria Dalvo.
Chegou também sua irmã Judith dos Anjos com o esposo Ernani Oliveira dos Anjos, juntamente com os filhos Erlindo, Hélio, Gizete, Ivaldo, Ivaldir, Ivete, Aílton, Eliete, Aguinaldo, Josenir e Josenilda.
O procedimento de José Cândido de Lima foi idêntico a João Matheus Barbosa; derrubou uma parte das matas, dividiu em lotes, entregando-os a cada família que veio com ele.
O pioneiro José Cândido de Lima era baiano de Paramirim, mas também havia passado por terras paulistas, mais precisamente por Paraguaçu Paulista. Chegou a região atraído pela publicidade feita pela CIPA no estado de São Paulo, adquiriu 10 alqueire de terras, na parte alta da cidade e deu início ao desenvolvimento de um núcleo populacional, que começou de forma expressiva, dado o número de migrantes vindos em suas pegadas.
O povoado iniciado pó Cândido de Lima recebeu a denominação de Limeira, uma auto homenagem.
As primeiras casas, tanto de João Matheus Barbosa, como de José Cândido de Lima eram baixas, pequenas, de pau-a-pique e coberta de palhas. Eram baixas para melhor defesa contra os fortes ventos e chuvas tropicais torrenciais.
A Lei nº 2.135, de 21 de janeiro de 1964, do município de Poxoréo, alterou a denominação do distrito de Garimpos para Juscelândia. O Pe. Higino, pároco de Poxoréo, pediu uma capela a Antonio Pinto que concordou e o padre levantou uma pequena igreja.
Com o crescimento dos dois pequenos povoados nasceu a contenta pelo nome do lugar, pois os dois formavam, na verdade, um único núcleo urbano.
João Matheus Barbosa puxava para Juscelândia e José Cândido de Lima para Limeira.
Por fim, as duas famílias chegaram a conclusão de fundir os dois nomes, ficando Juscimeira;

JUSCI = Juscelândia
MEIRA = Limeira

Desta forma, em 1968, o vereador Jurandir Pereira da Silva encaminhou a Câmara Municipal de Jaciara, a quem o povoado estava jurisdicionado na época, a proposta do novo nome do lugar.
Assim foi feita a Lei nº 2.919, de 06 de janeiro de 1969, que ia operar a alteração de denominação dos distritos de Juscelândia para Juscimeira, mas o Ato Complementar Federal nº 46, de 07 de fevereiro de 1969 impediu a execução da lei. Mas o povo insistiu e a Lei nº 3.761, de 29 de junho de 1976, alterou a denominação do distrito para Juscimeira.
Ainda no ano de 1969, Ramon Araújo Itacaramby, prefeito do Município de Jaciara, no intuito de unir as duas povoações, construiu uma escola municipal quase na divisa dos vilarejos, ensejando a fusão.
Em 1970, os padres João e Mário Hering edificaram a igreja de São Bom Jesus de Juscimeira, na divisa dos dois povoados, contribuindo definitivamente para a solução do distanciamento psicológico dos dois núcleos populacionais.
Juscimeira progredia, agora núcleo urbano único, assim como se desenvolvia toda a região. Juscimeira almejava o passo definitivo para a emancipação política. Mas teve pela frente a vontade política decidida de Jaciara, que não consentia em perder o distrito de Juscimeira. Assim, demorada luta política impediu a criação do município. Jaciara alegava a demasiada proximidade entre os dois lugares.
No entanto, Juscimeira, demonstrando alta capacidade de produção, convenceu os poderes estaduais da necessidade da emancipação.
Juscimeira emancipou-se pela Lei Estadual nº 4.148, de 10 de dezembro de 1979, autoria do Deputado Estadual (....).


CRÉDITOS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Data da Publicação: 18/01/2008.

Fonte: www.juscimeira.mt.gov.br


Tradução em Inglês

HISTORY

HISTORIC VERSION Juscimeira transcribed in "MATO GROSSO AND ITS MUNICIPALITIES," WRITTEN BY JOHN CARLOS VICENTE FERREIRA - 2001 Edition.

In 1953, John Matheus Barbosa, mining, along with a land broker of Colonization and Agricultural Industrial Pastoral - CIPA, flew over the region which is now the city of Juscimeira.
John Matheus pleased with the land and bought 50 acres of São Paulo CIPA, based in the nearby town of Jaciara.
In June 1954, John Matheus Barbosa arrived on the banks of the River sand bar, where he settled with his wife Salvina Luis dos Santos and Maria Barbosa Moreira, Agostina Barbosa de Oliveira, Sebastiana Martins Barbosa, Barbosa Crizauto Olympia - daughters already married. And the sons Joaquim, Noemia, John, Abigail and Daniel Matheus Barbosa.
They came in company of the couple Ana and Salvador Ribeiro de Paiva, along with four children. Democratic pioneer John Matheus small plot of land to each of the children and respective spouses, who began planting rice, corn, beans, cassava, banana and vegetables.
Mining town of Diamantina, land Jucelino Kubstichek de Oliveira, political projection at the time, John Matheus Barbosa gave the name Juscelândia the incipient village, in tribute to his countryman.
In fact the place received the name of Gold mining, becoming district. The good agricultural production, depending on soil ubertoso attracted other families. John Matheus Barbosa separated a lot for those who would come. Thus, the population grew and the population grew.
The May 20, 1957, from a distance of one kilometer from the border lands of John Matheus Barbosa, settled Jose Candido de Lima, along with his wife Maria Fidelis of Lima and the sons Jair, Neuza, Neide, Naur, Zenaida, Jonas, and later, in Mato Grosso were born in lands Idauga, Genésio and Elizabeth.
In the company of Jose Candido de Lima, his brothers came Francisco Oliveira de Lima and his wife Gabriela Cano Nova Lima and children Geni, Urandi, Odair, Dalva, Zeni, Lindi, Antonio, Aroldo, Reginaldo and Leonídia. Another brother, José de Lima Mattos arrived with his wife Jane Oliveira de Lima and the sons Nair, Dirceu, Nailde, Genilda, Creuza and later born Dalvo.
It also his sister Judith of Angels with her husband Ernani Oliveira dos Anjos, along with the children Erlindo, Helium, Gizete, Ivaldo, Ivaldi, Ivete, Ailton, Eliete, Aguinaldo, and Josenir Josenilda.
The procedure José Cândido de Lima was identical to John Matheus Barbosa; dropped a part of the forest, divided into lots and deliver them to every family that came with it.
Pioneer José Cândido de Lima was Bahian Paramirim, but also had gone through land Paulo, precisely Paraguaçu Paulista. Now is the region attracted by the advertising by CIPA in the state of Sao Paulo, has acquired 10 acre of land in the upper part of the city and initiated the development of a core population, which began very much, given the number of migrants coming into their footprints.
The town started powder Cândido de Lima was named Limeira, a self tribute.
The first homes, both John Matheus Barbosa, as José Cândido de Lima were low, small, wooden-and-daub and covered with straw. Were low for better protection against strong winds and torrential tropical rains.
Law No. 2135 of 21 January 1964, the city of Poxoréo, changed the name of the district to Garimpos Juscelândia. Father Loreto, pastor of Poxoréo called a chapel Antonio Pinto agreed that the priest raised a small church.
With the growth of two small villages was satisfied by the name of the place, since the two formed, in fact, a single urban core.
John Matheus Barbosa pulled to Juscelândia and José Cândido de Lima for Limeira.
Finally, the two families came to the conclusion to merge the two names being Juscimeira;

JUSCO = Juscelândia
MEIRA = Limeira

Thus, in 1968, Councilman Jurandir Pereira da Silva sent the City of Jaciara, who was the village courts at the time, the proposed new name of the place.
Thus was made to Law No. 2919, of 06 January 1969, which would operate to change the name of the districts of Juscelândia to Juscimeira, but the Federal Supplementary Act No. 46, de 07 de fevereiro from 1969 prevented the implementation of the law. But the people insisted and Law No. 3761 of 29 June 1976, changed the name of the district to Juscimeira.
Even in 1969, Ramon Araujo Itacaramby, mayor of the municipality of Jaciara in order to unite the two settlements, built a public school near the border of the villages, allowing for the merger.
In 1970, Fr John and Mario Hering built the church of St. Juscimeira of Bom Jesus, on the border of two towns, definitely contributing to the solution of the psychic distance of the two settlements.
Juscimeira progressed, now single urban core, as it developed throughout the region. Juscimeira longed for the final step for the political emancipation. But he had faced with the political commitment of Jaciara, he did not consent to lose the district Juscimeira. So long political struggle prevented the creation of the municipality. Jaciara claimed too much closeness between the two places.
However, Juscimeira, demonstrating the high production capacity, convinced the state authorities of the need for emancipation.
Juscimeira emancipated by the State Law No. 4148 of 10 December 1979, authored by State Representative (....).


CRÉDITS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Publication Date: 18/01/2008.

Font: www.juscimeira.mt.gov.br


Tradução em Espanhol

HISTORIA

HISTORICO VERSION Juscimeira transcrita en "Mato Grosso y sus municipios," escrito por John Carlos Vicente Ferreira - 2001 Edition.

En 1953, John Matheus Barbosa, la minería, junto con un corredor de tierra de Colonización y Agrícola Industrial Pastoral - CIPA, sobrevoló la región que es ahora la ciudad de Juscimeira.
John Matheus satisfecho con la tierra y compró 50 acres de São Paulo, la CIPA, con sede en la cercana ciudad de Jaciara.
En junio de 1954, John Matheus Barbosa llegó a la orilla de la barra de arena de río, donde se instaló con su esposa Salvina dos Santos y Luis María Barbosa Moreira, Agustina Barbosa de Oliveira, Sebastiana Martins Barbosa, Barbosa Crizauto Olympia - hijas ya casadas. Y los hijos Joaquín, Noemia, Juan, Abigail y Daniel Matheus Barbosa.
Ellos vinieron en compañía de la pareja, Ana y Salvador Ribeiro de Paiva, junto con cuatro hijos. Democrática pionero John Matheus pequeña parcela de tierra a cada uno de los hijos y cónyuges respectivos, que comenzaron la siembra de arroz, maíz, frijoles, yuca, plátano y hortalizas.
Ciudad minera de Diamantina, la tierra Jucelino Kubstichek de Oliveira, la proyección política de la época, John Matheus Barbosa le dio el nombre de la aldea Juscelândia incipiente, en homenaje a su compatriota.
De hecho, el lugar recibió el nombre de la minería de oro, convirtiéndose en el distrito. La producción agrícola buena, dependiendo de ubertoso suelo atrajo a otras familias. John Matheus Barbosa separados mucho para los que vendrían. Así, la población creció y la población creció.
El mayo 20, 1957, a una distancia de un kilómetro de las tierras fronterizas de Juan Matheus Barbosa, reiterada José Cándido de Lima, junto con su esposa Maria Fidelis de Lima y los hijos Jair, Neuza, Neide, Naur, Zenaida, Jonas, y más tarde, en Mato Grosso han nacido en las tierras Idauga, Genesio y Elizabeth.
En compañía de José Cándido de Lima, sus hermanos fueron Francisco Oliveira de Lima y su esposa Gabriela Cano Nova Lima y niños Geni, Urandi, Odair, Dalva, Zeni, Lindi, Antonio, Aroldo, Reginaldo y Leonídia. Otro hermano, José de Lima Mattos llegó con su esposa Jane Oliveira de Lima y los hijos Nair, Dirceu, Nailde, Genilda, Creuza y más tarde nació Dalvo.
Asimismo, su hermana Judith de los Ángeles con su marido Ernani Oliveira dos Anjos, junto con los niños Erlindo, helio, Gizete, Ivaldo, Ivaldi, Ivete, Ailton, Eliete, Aguinaldo, y Josenir Josenilda.
El procedimiento de José Cândido de Lima era idéntica a la de John Matheus Barbosa, se eliminó una parte del bosque, dividido en lotes y se los entregamos a cada familia que viene con él.
Pioneer José Cândido de Lima fue de Bahía Paramirim, pero también había pasado por la tierra Paulo, precisamente Paraguaçu Paulista. Ahora es la región atraídos por la publicidad de la CIPA, en el estado de Sao Paulo, ha adquirido 10 acres de tierra en la parte alta de la ciudad e inició el desarrollo de un núcleo de población, que se inició mucho, dado el número de inmigrantes procedentes en su huellas.
La ciudad comenzó en polvo Cândido de Lima fue nombrado Limeira, un homenaje yo.
Las primeras casas, tanto Matheus Juan Barbosa, como José Cândido de Lima eran bajos, pequeñas, de madera y barro y cubiertas de paja. Fueron bajos para una mejor protección contra los vientos fuertes y lluvias torrenciales.
La Ley N º 2135, de 21 de enero de 1964, la ciudad de Poxoréo, cambió el nombre del distrito a garimpos Juscelândia. Padre de Loreto, pastor de la Poxoréo llamado Antonio Pinto capilla de acuerdo en que el sacerdote levantó una pequeña iglesia.
Con el crecimiento de dos pequeñas aldeas se mostró satisfecho por el nombre del lugar, ya que los dos formaron, de hecho, un núcleo urbano único.
John Matheus Barbosa sacó a Juscelândia y José Cândido de Lima para Limeira.
Por último, las dos familias llegaron a la conclusión de fusionar los dos nombres que se Juscimeira;

JUSCO = Juscelândia
MEIRA = Limeira

Así, en 1968, el Concejal Jurandir Pereira da Silva envió a la ciudad de Jaciara, que era el pueblo de los tribunales en el momento, el nuevo nombre propuesto para el lugar.
Así se hizo con la Ley No. 2919, de 06 de enero de 1969, que serviría para cambiar el nombre de los distritos de Juscelândia a Juscimeira, pero la Ley Federal complementario N º 46, de 07 de febrero de 1969 impidió la aplicación de la ley. Pero la gente insistió y la Ley No. 3761 de 29 de junio de 1976, cambió el nombre del distrito de Juscimeira.
Incluso en 1969, Ramón Araujo Itacaramby, alcalde del municipio de Jaciara, a fin de unir a los dos asentamientos, construir una escuela pública cerca de la frontera de los pueblos, lo que permite la fusión.
En 1970, el P. Juan y Mario Hering construyó la iglesia de San Juscimeira de Bom Jesús, en la frontera de dos pueblos, en definitiva contribuir a la solución de la distancia psíquica de los dos asentamientos.
Juscimeira progresado, ahora solo núcleo urbano, tal como se desarrolló en toda la región. Juscimeira deseado para el paso final para la emancipación política. Pero él se había enfrentado con el compromiso político de Jaciara, que no dio su consentimiento a perder el distrito de Juscimeira. Mientras la lucha política impedido la creación de la municipalidad. Jaciara alegó demasiada proximidad entre los dos lugares.
Sin embargo, Juscimeira, demostrando la gran capacidad de producción, convencidos de las autoridades estatales de la necesidad de la emancipación.
Juscimeira emancipado por la Ley Estatal N º 4148 de 10 de diciembre de 1979, escrito por el Representante Estatal (....).


CRÉDITOS: Mato Grosso e Seus Municípios, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
Data da publicación: 18/01/2008.

Fuente: www.juscimeira.mt.gov.br
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